O termo estratégia é um conceito militar bastante antigo, definido pela aplicação de forças contra determinado inimigo. O termo se origina da palavra grega strategos do qual se deriva o significado “a arte do general”, ou ainda, a ciência dos movimentos guerreiros fora do campo de visão do general. (OLIVEIRA, 2002 p. 192).
Já em termos organizacionais trata-se de mobilizar recursos para atingir objetivos, mediante utilização, pela alta administração, de um plano, uma direção ou um curso de ação para o futuro. O termo estratégia passou a ser bastante utilizado a partir da Teoria Neoclássica, referindo-se aos objetivos de longo prazo e definidos pela cúpula.
A literatura existente sobre administração estratégica é bastante vasta e ao longo dos anos tem recebido contribuições de diversas outras áreas do conhecimento, no intuito de melhor compreende-la.
Desde a adaptação das espécies; o desenvolvimento das sociedades; mecânica quântica e teoria do caos até a psicologia da cognição humana e história militar de estratégia e conflitos, tais conceitos corroboram no sentido de entender melhor a aplicabilidade desse termo. Em síntese, conforme Chiavenato (2004), a estratégia é o comportamento utilizado pela empresa ou organização para lidar com situações inerentes a seu ambiente.
Para Mintzberg, Ahlstrand e Lampel (2000), contudo, estratégia é uma palavra que muitas vezes é definida de uma forma e usada de outra. Pode-se defini-la como um padrão, ou seja, algo realizado, se olharmos o comportamento passado e pode-se, também, definir estratégia como um plano, se algo pretendido; ou ainda, olhar para frente.
Em se tratando de empresa deve-se considerar que, ao contrário da estratégia militar, nem sempre se podem identificar claramente as batalhas ou os inimigos. Dessa forma, as estratégias constituem um instrumento administrativo que possibilita otimizar as interações com os fatores ambientais, sejam eles internos ou externos.
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Fatores estratégicos para a gestão do conhecimento
Nas pequenas e médias empresas, a concentração dos
níveis organizacionais facilita a interação, a troca de experiências
e o compartilhamento do conhecimento. Já nas
grandes corporações, o esforço se amplia pelos departamentos
e unidades pulverizados em várias regiões. Em companhias
distribuídas pelo mundo, os diversos ambientes
culturais requerem técnicas apropriadas na geração, disseminação
e utilização do conhecimento organizacional
(Kalpic; Bernus, 2006). Para Davenport e Prusak (1998), a
disponibilidade de vasto conhecimento não assegura o seu
uso. Assim, a dispersão das empresas em várias unidades e
as diferenças culturais tornam maiores as possibilidades de
o conhecimento procurado não ser percebido pelos seus
gestores.
A implantação de um processo de gestão do conhecimento
requer a utilização de práticas administrativas que privilegiem a disseminação e o compartilhamento em todos os níveis
hierárquicos e respeitem as características particulares
de cada organização e dos ambientes em que estão inseridas.
níveis organizacionais facilita a interação, a troca de experiências
e o compartilhamento do conhecimento. Já nas
grandes corporações, o esforço se amplia pelos departamentos
e unidades pulverizados em várias regiões. Em companhias
distribuídas pelo mundo, os diversos ambientes
culturais requerem técnicas apropriadas na geração, disseminação
e utilização do conhecimento organizacional
(Kalpic; Bernus, 2006). Para Davenport e Prusak (1998), a
disponibilidade de vasto conhecimento não assegura o seu
uso. Assim, a dispersão das empresas em várias unidades e
as diferenças culturais tornam maiores as possibilidades de
o conhecimento procurado não ser percebido pelos seus
gestores.
A implantação de um processo de gestão do conhecimento
requer a utilização de práticas administrativas que privilegiem a disseminação e o compartilhamento em todos os níveis
hierárquicos e respeitem as características particulares
de cada organização e dos ambientes em que estão inseridas.
Fatores Estratégicos e o Papel da Alta Administração
A definição de estratégia, ou seja, o conjunto das grandes decisões da empresa é atribuição exclusivamente da alta administração, cabendo à administração cuidar de táticas e de decisões conjunturais. A alta administração cabe determinar as chamadas estratégias de negócios, e corporativa que, na concepção moderna, existe para propiciar a obtenção de vantagens competitivas nas operações da empresa. Além do seu papel indispensável na definição de metas desafiadoras e na criação de culturas organizacionais voltadas à inovação, experimentação, aprendizado contínuo e comprometidas com os resultados de longo prazo e com a optimização de todas as áreas da empresa. A partir da alta administração é que se define a equipe que será formada para o trabalho. Sendo responsável por esta competência, a alta administração é a resposta atual para um mundo globalizado e envolvido em mudanças constantes.
Assinar:
Postagens (Atom)